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Hélder Tavares

 

Helder Tavares é natural de Santa Maria de Lamas, concelho de Santa Maria da Feira. Iniciou os seus estudos musicais na Academia de Música de Paços de Brandão e prosseguiu-os na Academia de Música de Oliveira de Azeméis. Concluiu o Curso Superior de Clarinete na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo do Porto, na classe dos professores António Saiote e Nuno Pinto. É mestre em Ensino de Música e pós-graduado em clarinete com Alain Damiens pela Universidade de Aveiro. Durante a sua formação foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira. Fora do âmbito musical, obteve o grau de Mestre em Administração das Organizações Educativas na ESE-IPP.

Foi primeiro clarinete e assistente do naipe dos sopros da Orquestra de Jovens de Santa Maria da Feira e primeiro clarinete da Orquestra do Festival de Música da Póvoa do Varzim. Ocupou o lugar de concertino e assistente das madeiras da Banda Sinfónica de Jovens de Santa Maria da Feira. Colaborou também com a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra do Algarve e Orquestra Clássica do Porto.

Obteve o 2º Prémio Nível Superior em Música de Câmara, com o Quarteto de Clarinetes do Porto, no Prémio Jovens Músicos – RDP e foi finalista no Concurso internacional de Música de Câmara de Osaka no Japão.

Frequentou cursos de direção de orquestra com Osvaldo Ferreira, Alexander Polishchuk, Peter Rundel (Remix Ensemble), Baldur Brönnimann (OSPCM – Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música) e Douglas Bostock (Argovia Philharmonic); na vertente de direção de orquestra de sopros, realizou cursos com Jan Cober, Eugene Corporon, J. Rafael P. Vilaplana e Douglas Bostock. Estreou-se como maestro com a Orquestra de Jovens do Concelho de Santa Maria da Feira, em 2003. Foi convidado para dirigir o “IV Estágio Nacional de Orquestra Sinfónica” e a Orquestra Sinfónica do Conservatório de Música de Fornos. Com a Banda Sinfónica Portuguesa projetou e dirigiu o primeiro flash mob; dirigiu “Queen Symphony” na Casa da Música – Porto e na abertura do FIMUV’15 – Festival Internacional de Música de Verão, onde recebeu excelentes críticas.

Participou duas vezes com a Banda de Música da Cidade de Espinho no Concurso Internacional de Bandas Ateneu A. Vilafranquense, tendo obtido o primeiro lugar com o segundo prémio em ambas as edições (2008 e 2010). A sua atividade enquanto músico e maestro já o levou a países como França, Espanha, Bulgária, Japão, Itália, Suíça, Alemanha e China.

Atualmente é professor na Academia de Música de Paços de Brandão e Academia de Música da Costa Cabral e é convidado a orientar cursos de aperfeiçoamento. É co-fundador e diretor artístico do Clarinetíssimo Ensemble. É também maestro da Banda de Música da Cidade de Espinho desde 2005 e como clarinetista, é membro efetivo da BSP – Banda Sinfónica Portuguesa.

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